Ou neste caso, brancas com riscas castanhas ou castanhas com riscas brancas?
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Tira-teimas
Vamos lá a ver, as zebras são brancas com riscas pretas, ou pretas com riscas brancas?
Ou neste caso, brancas com riscas castanhas ou castanhas com riscas brancas?
Ou neste caso, brancas com riscas castanhas ou castanhas com riscas brancas?
segunda-feira, 4 de maio de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Cheio de pressa
Característica inusitada dos eléctricos no Leste Europeu é andarem a velocidades estonteantes. E Praga não foi excepção.
Vi-me à rasca para imortalizar um dos veículos e só à terceira, consegui uma foto com um eléctrico inteiro.
A foto permite igualmente ver que, também aqui, se gosta de borrar as paredes com "tags". Mas prometo que tenho uns grafittis mais giros para mostrar.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Primavera em Praga
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A morte na literatura - Parte Três
“Estimados filhos e filhas, quero que todos se coloquem esta pergunta: «quantos anos vive um homem na terra?» A resposta é a seguinte: o tempo médio de vida, na melhor das hipóteses, não ultrapassa os setenta anos. Quando pensamos nisso, chegamos à conclusão de que é mesmo muito pouco tempo. Para além disso, a qualquer momento um homem pode ser atingido por uma doença ou um acidente e morrer. Se procurarem entre os vossos conhecidos e amigos, encontrarão mais do que um que morreu repentinamente quando ainda era novo, nunca lhe tendo passado pela cabeça que ia falecer. Seguindo esta linha de pensamento, vemos que o Homem tem duas opções perante si, e não mais do que isso. Pode concentrar todos os esforços de vida neste mundo efémero e breve que em qualquer momento ameaça terminar, e nesse caso será como o homem que deseja construir para si uma casa luxuosa e elegante mas que a faz de areia, à beira-mar, exposta ao risco de a qualquer momento vir uma onda e derrubá-la; esta é a escolha que está condenada ao fracasso.
Quanto à segunda hipótese (que é aquela para que o Nosso Senhor, Todo-Poderoso e Glorioso nos chama) exige que o povo muçulmano viva neste mundo sabendo que não passa de um estádio breve e passageiro para a vida imortal da alma. (…) O crente verdadeiro não tem medo da morte porque não a encara como o fim da existência, como os materialistas. Para os crentes, a morte é a transição da alma do corpo efémero para a vida eterna.
in “Os Pequenos Mundos do Edifício Yacoubian” de Alaa El Aswany
Quanto à segunda hipótese (que é aquela para que o Nosso Senhor, Todo-Poderoso e Glorioso nos chama) exige que o povo muçulmano viva neste mundo sabendo que não passa de um estádio breve e passageiro para a vida imortal da alma. (…) O crente verdadeiro não tem medo da morte porque não a encara como o fim da existência, como os materialistas. Para os crentes, a morte é a transição da alma do corpo efémero para a vida eterna.
in “Os Pequenos Mundos do Edifício Yacoubian” de Alaa El Aswany
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Mãos frias, coração quente?
Num programa de televisão um bocado cretino, dizia um moço estónio que para se manter vivo na terra dele era preciso ter coração quente.
Está certo que não estive lá no inverno, que deve ser bem rigoroso. Na primavera, era ameno qb e sobreviveram todas as companheiras de viagem.
Mas seguindo essa máxima bem tuga que dá título ao blog, se calhar só sobrevivi porque tenho o coração quente. É que as mãos frias, tenho certamente...
segunda-feira, 30 de março de 2009
A morte na literatura - Parte Dois
‘Nem o Sol nem a Morte podem ser olhados de frente’
François de La Rochefocault, Máxima 26
‘A tristeza entra no meu coração. Tenho medo da morte’
Gilgamesh
‘A alma é mortal e perece com o corpo
A morte nada nos é, já que a alma mortal dispersa-se quando morremos
O estado de não existência após a morte é o mesmo em que nos encontrávamos antes de nascer’
Epicuro
In “De olhos postos na morte” de Irvin D. Yalom
segunda-feira, 23 de março de 2009
A vergonha tem destas coisas
Pormenor curioso sobre a cidade de Bruxelas.
Em tempos que lá vão, não era socialmente aceitável frequentar bares.
Que ideia teve a indústria para evitar perder clientes? Começaram a instalar os estabelecimentos em ruelas estreitas, sinalizados à entrada, onde as pessoas entravam despercebidas e podiam sempre dizer que estavam a tomar um atalho. Já como faziam para explicar a sua presença no bar aos outros frequentadores, não sei.
Ainda hoje, muitos bares funcionam nas referidas ruelas.
segunda-feira, 16 de março de 2009
A morte na Literatura - Parte Um
‘O maior mal é que o Tempo está perpetuamente a correr e, para nos mantermos à tona, precisamos de fazer opções. Tudo desaparece: as alternativas excluem’
John Gardner in “Grendel”
‘Quando finalmente percebemos que vamos morrer, e entendemos que tudo e todos morrem como nós, sentimos um ardor intenso, uma percepção que ameaça partir-nos o coração, de como cada momento, e cada ser, é frágil e precioso. Daqui pode nascer uma profunda, clara e ilimitada compaixão para com aqueles que nos rodeiam.’
Sogyal Rinpoche, The Tibetan Book of Living and Dying
‘À medida que me aproximo do fim viajo num círculo que se torna mais e mais próximo do princípio de tudo. Parece-me ser uma preparação para suavizar o caminho. O meu coração é agora tocado por memórias que há muito jaziam adormecidas’
Charles Dickens, Um Conto de Duas Cidades
John Gardner in “Grendel”
‘Quando finalmente percebemos que vamos morrer, e entendemos que tudo e todos morrem como nós, sentimos um ardor intenso, uma percepção que ameaça partir-nos o coração, de como cada momento, e cada ser, é frágil e precioso. Daqui pode nascer uma profunda, clara e ilimitada compaixão para com aqueles que nos rodeiam.’
Sogyal Rinpoche, The Tibetan Book of Living and Dying
‘À medida que me aproximo do fim viajo num círculo que se torna mais e mais próximo do princípio de tudo. Parece-me ser uma preparação para suavizar o caminho. O meu coração é agora tocado por memórias que há muito jaziam adormecidas’
Charles Dickens, Um Conto de Duas Cidades
Citações retiradas de “De olhos postos na morte” de Irvin D. Yalom
segunda-feira, 9 de março de 2009
Estes artistas, pá...
Confesso que isto era para ser mais um insólito herético, mas o senhor da túnica rosa não é o JC. Isto é uma escola filosófica, quadro exposto no Musée de Orsay (o tal que tem o quadro de uma vagina, cuja reprodução tanta comoção provocou em Braga). Já não me lembro do nome do autor.
Digam-me lá se não é a cena mais maricas que já viram? Estes gregos...
O meu colega mais velho diria mesmo, mas que paneleirice é esta? ;)
PS: A partir de agora, o Aqui e Ali terá sempre post novo à segunda, a ver se vocês comentam mais, pequenos.
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